sexta-feira, março 1

No Clube de Leitura da Arquivo andamos a ler ENGANO, de Philip Roth


o encontro está marcado como sempre para a última quarta-feira do mês, 
neste caso 27 de março, às 18h30. A entrada é livre.
e andamos a ler
No centro de "Engano" estão dois adúlteros no seu esconderijo. Ele é um escritor americano de meia-idade chamado Philip, que vive em Londres, e ela é uma inglesa culta, inteligente e expressiva, refém de um casamento humilhante ao qual, com trinta e poucos anos, já está nervosamente resignada, ou quase. A ação do livro é feita de diálogos - principalmente conversas entre os amantes antes e depois de fazerem amor. Esses diálogos - acutilantes, ricos, espirituosos, dialéticos - são praticamente tudo o que há neste livro, e não é preciso mais nada.

«Entre amantes a vida quotidiana passa para segundo plano», escreve Roth e, exibindo todo o seu talento de brilhante observador da paixão humana, apresenta em "Engano" o mundo ciosamente fechado da intimidade adúltera, com uma limpidez sem paralelo na ficção americana.

«Uma obra diabolicamente inteligente... um feito espantoso... Roth inventou o discurso mais despojado, as cadências mais convincentes que se podem encontrar no romance americamo.» Hudson Review

«Este romance ágil, elegante e perturbador... leva aos limites a ficção contemporânea». New York Times Book Review.

As novas cores Moleskine


terça-feira, fevereiro 26

Exposição de fotografia de alunos da Eb23 José Saraiva











Da Horta para a Mesa, de Cláudia Villax

DA HORTA PARA A MESA
Boa Comida, Boa Vida
Receitas simples e deliciosas com legumes da estação.

Sobre o livro
Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é uma iniciação ao prazer de cultivar, colher e cozinhar os nossos próprios legumes. Um livro que nos aproxima da terra e da natureza e que nos mostra como os ingredientes naturais requerem pouco esforço para serem transformados em pratos frescos, saborosos e autênticos.
Encontramos aqui dicas de como cultivar uma horta biológica de verão, ideias para tirar o máximo partido dos legumes, receitas simples, leves e deliciosas preparadas com os produtos da estação e perfeitas para os dias mais quentes.
Este livro surge de um projecto em que envolve uma pequena comunidade junto de Marvão,  onde desenvolveram uma horta comunitária com a venda dos produtos biológicos aos amigos e vizinhos. A família da Cláudia Villax pouco ou nada sabia sobre o trabalho de campo e foram os “residentes mais idosos” que ensinaram tudo, desde a poda as árvores, as plantação dos legumes e colheitas dos mesmos. Por sua vez, a aurora com a sua experiência de trabalho encontrou formas de promover a zona e dar a conhecer os produtos da região.

Sobre a autora
Cláudia Villax trabalhou para jornais económicos e revistas de lazer e, em 2003, foi convidada para fazer parte da equipa fundadora de um projeto inovador, as revistas Blue - Living, Travel e mais tarde Cooking. Quatro anos mais tarde, incentivada pela paixão de ser mãe e juntamente com dois amigos, lança a Giggle, um projeto direcionado aos mais novos: a primeira revista portuguesa online para o segmento infantil e familiar. Em 2009 cria a imagem e lança a marca de um chef português. Depois desta experiência passa a dedicar-se às suas grandes paixões de sempre: família, comida, criatividade e design.
Atualmente dedica-se à produção do azeite biológico «Azeitona Verde» com o seu marido e gere a sua marca Food, People & Design onde cria conceitos para livros de culinária. Com sete livros concretizados, Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é o seu primeiro livro como autora.

quinta-feira, fevereiro 21

Clube de Leitura da Arquivo


Hora de almoço? é hora de vir à Arquivo


Hélia Correia vence Prémio Corrente d'Escritas


Hélia Correia nasceu em Lisboa, em 1949. Licenciada em Filologia Românica, foi professora do ensino secundário, tendo também feito um curso de pós-graduação em Teatro Clássico. Poetisa e dramaturga, foi enquanto ficcionista que Hélia Correia se revelou como um dos nomes mais importantes e originais surgidos durante a década de 80, ao publicar, em 1981, O Separar das Águas.
Na Relógio D’Água Hélia Correia publicou as obras: Soma, Montedemo; A Luz de Newton; Insânia, O Número dos Vivos, A Casa Eterna, O Rancor; Lillias Fraser; Fascinação, seguido de A Dama Pé-de-Cabra; Mopsos, O Pequeno Grego (O Ouro de Delfos e A Coroa de Olímpia); Bastardia; Desmesura; Perdição, A Ilha Encantada; Contos; Adoecer; A Chegada de Twainy e A Terceira Miséria, livro agora galardoado.

quarta-feira, fevereiro 20

"As 10 Questões da Recuperação", de João César das Neves


AS 10 QUESTÕES DA RECUPERAÇÃO
João César das Neves
Editora: D. Quixote

Será que Portugal está condenado a uma geração de sacrifícios?
Quem tem culpa disto?
O que o Estado precisa de fazer?
O país aguenta?
O que está a acontecer no mundo?

Partindo de algumas análises do cenário macro e microeconómico europeu e português são apontadas algumas respostas às perguntas que enchem os meios de comunicação no dia-a-dia: Quem tem culpa disto? Devemos sair do euro? Podemos repudiar a dívida? O que o Estado precisa de fazer? Quem resolve a crise? A receita está a resultar? O país aguenta? O que está a acontecer na Europa? O que está a acontecer no mundo? Quanto tempo dura a crise?

Escrito numa linguagem compreensível, é acompanhado de gráficos, imagens e tabelas acessíveis, o que torna esta obra um livro único e indispensável para compreender o país em que vivemos.

Fernando Pessoa na Arquivo


Depois do sucesso obtido na época natalícia, os nossos Fernando Pessoa estão de regresso à Arquivo

Clube Arquivinho, da Livraria Arquivo

Tão longo amor, tão curta a vida, de Helder Macedo


Tão longo amor, tão curta a vida
Helder Macedo
Editora: Editorial Presença
Neste novo romance de Helder Macedo, um thriller psicológico, o narrador é um escritor português que vive em Londres. Uma noite recebe uma inesperada visita de um amigo diplomata seu compatriota que tinha ido participar numa conferência sobre o Médio Oriente e que lhe pede abrigo, alegando encontrar-se em perigo porque tinha fugido depois de ter sido sequestrado por uma mulher e um homem mais velho. A sua história é tão inverosímil que o escritor decide, em vez do novo romance que tinha iniciado, criar uma versão ficcional do que poderia ocultar-se por detrás do que o amigou lhe contara. Quando o diplomata volta a Londres, o escritor confronta-o com a sua reconstrução da história. As consequências são dramáticas e imprevisíveis.  

terça-feira, fevereiro 19

Maria Inácia Rezola apresenta "Melo Antunes - uma biografia política" na Arquivo




"Melo Antunes – Uma Biografia Política"
Neste livro é possível acompanhar o fascinante percurso de Ernesto Melo Antunes, um dos protagonistas da Revolução de Abril, contextualizando-o nos momentos determinantes do Século XX português. A biografia acompanha o percurso de Melo Antunes, desde a sua adolescência, início da carreira militar, passando pela militância nas hostes oposicionistas açorianas nos primeiros anos do Marcelismo, as experiência de guerra em África, a conspiração do Movimento dos Capitães e a sua trajetória no processo revolucionário – o seu papel na descolonização, como ministro sem pasta, ministro dos negócios estrangeiros e conselheiro da revolução, a elaboração do Documento dos Nove, etc – até ao período de institucionalização e consolidação democrática. “Saliente-se”, observa a autora, “que neste período [da consolidação democrática], Melo Antunes foi não só Presidente da Comissão Constitucional (antecessora do Tribunal Constitucional), como também conselheiro do então Presidente da República, general Ramalho Eanes”.
O prefácio da obra é da autoria do escritor António Lobo Antunes, grande amigo de Melo Antunes e seu companheiro nas Comissões em Angola.

Maria Inacia Rezola é doutorada pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigadora do Instituto de História Contemporânea da mesma faculdade, onde dirige a linha de investigação "Revolução e Democracia". Lecciona na Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa. A sua área de investigação é a História de Portugal no século XX, com particular incidência nos períodos do Estado Novo e da Revolução de Abril.



Top 15 Livraria Arquivo

Marginal, de Cristina Carvalho



MARGINAL
Cristina Carvalho
Editora: Planeta


Um dia, quando ela, a minha sogra, se preparava para ir para a praia com o seu belo fato de banho preto com rosas verdes e saiote compreensivo e vestida por cima com um vestido próprio de ir para a praia, calçada com sandálias brancas de salto alto próprias para ir para a praia e um chapéu de pano cheio de flores coladas, também de pano, próprio para ir para a praia e uns grandes óculos escuros, perguntei-lhe: 
"Gosta desse seu fato de banho? Gosta mesmo? Da saiazinha a tapar as pernas e o desenho do rabo?"
Ela parou entre portas, tirou os óculos escuros e olhou para mim com o ar mais triste deste mundo e, com a boca praticamente fechada, murmurou qualquer coisa parecida com isto: "Sabes o que é que eu gostava mesmo? Era de me enterrar completamente nua na areia e sentir a areia húmida nas pernas, que me chegasse até às coxas, até às ancas e que eu me deixasse enterrar tanto e tanto e tanto que pudesse desaparecer para nunca mais ser vista…" 
Isto disse a minha sogra entre portas. E saiu

Uma mulher e um achado assombroso que revela instantâneos de uma juventude enterrada na rotina dos dias. Um passado vivido ao longo dessa emblemática estrada que liga a dourada sociedade da Linha de Cascais à cidade de Lisboa. Onde começa a margem e termina o «dever ser» para uma jovem portuguesa, nas décadas de 50 a 70 do século passado? Pode uma dúzia de imagens de um passado rebelde abalar a calma de um presente sem cor? Uma vez mais, a voz literária de Cristina Carvalho arrasta-nos para um território humano que não se rende às conveniências, nem às evidências. Uma voz sempre aberta ao inesperado e que nos surpreende a cada história para a qual nos convida a entrar.



BESTIARIUM, de Esgar Acelerado


BESTIARIUM,
ilustrações de ESGAR ACELERADO
(n. Póvoa de Varzim)
Formou-se em Pintura na Escola de Belas Artes do Porto. É dono da editora LowFly Records, onde editou nomes como Bonnie Prince Billy (Will Oldham), Jad Fair, Anomoanon, Clockwork ou US Forretas Ocultos. Assinou os argumentos das pranchas semanais de Superfuzz, no jornal BLITZ, compiladas em álbum pela Devir. Fez ilustrações, BD e design para várias publicações, entre as quais Playboy, Diário de Notícias, Expresso, Mondo Bizarre, BLITZ, Luke, Stripburguer,
Público, Vozes, Inútil ou 365 e foi presença habitual nos Guias de Ilustração Portuguesa (Bedeteca de Lisboa).
Produziu capas de discos (para editoras de vários países), cartazes, serigrafiae pintura. Expôs na Cooperativa Árvore, FNAC, Artes em Partes, Maus Hábitos, Carbono, Plastic, Galeria Zé dos Bois, Salão de BD do Porto, Fantasporto, Festival Intercéltico, Festival de Jazz do Porto, Maison des Arts de Laval, Livraria Index e Festival de BD da Amadora. Está representado em colecções privadas em Portugal, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá,
Holanda, Japão, Alemanha, Reino Unido e França.

Maratona de cinema na Arquivo

a9)))) & Livraria Arquivo apresentam 
Maratona de Cinema da Arquivo
 Mostra de Filmes de Stanley Kubrick
Quarta-feira, dia 20 de Fevereiro, entre as 12:00' e as 24:00'.
Entrada livre.

Verão sem Homens, de Siri Husvedt


segunda-feira, fevereiro 11

Terça feira de Carnaval na Arquivo

12 Fevereiro | terça feira Carnaval
Estamos abertos das 14h30 às 19h30.
Contamos com a sua visita!