segunda-feira, janeiro 14
sexta-feira, janeiro 11
quinta-feira, janeiro 10
"Joseph Anton, uma memória": a nossa escolha
O dia a dia de um escritor perseguido, vivido e contado pelo próprio.
JOSEPH ANTON - UMA MEMÓRIA
Salman Rusdhie
Editora: Dom Quixote
Trad. de J. Teixeira de Aguilar
Agora por 17,43€ (em vez de 24,90).
No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora «condenado à morte» pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser «contra o Islão, o Profeta e o Alcorão».
Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov - Joseph Anton.
Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar?
Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade.
Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.
JOSEPH ANTON - UMA MEMÓRIA
Salman Rusdhie
Editora: Dom Quixote
Trad. de J. Teixeira de Aguilar
Agora por 17,43€ (em vez de 24,90).
No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora «condenado à morte» pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser «contra o Islão, o Profeta e o Alcorão».
Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov - Joseph Anton.
Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar?
Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade.
Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.
Exposição de Ilustração de Susa Monteiro na Arquivo
O trabalho da artista Susa Monteiro pode ser apreciado na galeria da Arquivo Livraria durante este mês de Janeiro. Entre algumas das obras expostas, encontram-se trabalhos de ilustração que Susa Monteiro realizou para as crónicas que o escritor António Lobo Antunes tem publicado na revista Visão (desde o início de 2008.)
A exposição pode ser visitada durante o horário habitual da livraria, até 31 de janeiro.
Canetas KAWECO agora à venda na Arquivo Livraria
As canetas KAWECO são as preferidas de Miguel Esteves Cardoso.
Leia na crónica abaixo (retirada do diário Público, junho 2011) o porquê desta preferência.
terça-feira, janeiro 8
quinta-feira, janeiro 3
Ética para um jovem
«O contrário de se ser moralmente imbecil é ter-se consciência. Mas a consciência não é uma coisa que nos saia num sorteio ou nos caia do céu. Certamente devemos reconhecer que algumas pessoas têm desde pequenas melhor 'ouvido' ético do que outras e um 'bom gosto' moral espontâneo, mas este 'ouvido' e este 'bom gosto' podem afirmar-se e desenvolver-se com a prática (do mesmo modo que o ouvido musical e o bom gosto estético). E se alguém carecer absolutamente de semelhante 'ouvido' ou 'bom gosto' em questões de bem viver? Pois, meu rapaz, vejo o caso mal parado. (...)»
ÉTICA PARA UM JOVEM
Fernando Savater
Trad. Miguel Serras Pereira
Editora: D. Quixote
Um livro que convida o leitor a reflectir e a colocar novas questoes sobre a liberdade de escolha, a responsabilidade, o valor da amizade, o amor, o respeito, a posse, o poder.
Nada menos supérfluo do que ensinar as opçoes e os valores da liberdade se queremos educar seres humanos livres. Mas como falar de ética aos adolescentes, sem incorrer na simples crónica das ideias morais ou no doutrinamento casuístico sobre questoes práticas? Pensado e escrito para ser lido por adolescentes, "Ética para Um Jovem" explica, numa linguagem clara, profunda e ao mesmo tempo divertida, do que trata a Ética e de como a podemos aplicar à nossa vida quotidiana para tentarmos viver da melhor maneira possível connosco e com os outros. Com exemplos ilustrativos que vão dos clássicos gregos a Citizen Kane, cada capítulo finaliza com citaçoes de escritores como Erich Fromm, Martin Buber, Daniel Defoe e Octavio Paz. Um livro indispensável tanto para jovens como para pais e professores
ÉTICA PARA UM JOVEM
Fernando Savater
Trad. Miguel Serras Pereira
Editora: D. Quixote
Um livro que convida o leitor a reflectir e a colocar novas questoes sobre a liberdade de escolha, a responsabilidade, o valor da amizade, o amor, o respeito, a posse, o poder.
Nada menos supérfluo do que ensinar as opçoes e os valores da liberdade se queremos educar seres humanos livres. Mas como falar de ética aos adolescentes, sem incorrer na simples crónica das ideias morais ou no doutrinamento casuístico sobre questoes práticas? Pensado e escrito para ser lido por adolescentes, "Ética para Um Jovem" explica, numa linguagem clara, profunda e ao mesmo tempo divertida, do que trata a Ética e de como a podemos aplicar à nossa vida quotidiana para tentarmos viver da melhor maneira possível connosco e com os outros. Com exemplos ilustrativos que vão dos clássicos gregos a Citizen Kane, cada capítulo finaliza com citaçoes de escritores como Erich Fromm, Martin Buber, Daniel Defoe e Octavio Paz. Um livro indispensável tanto para jovens como para pais e professores
quarta-feira, dezembro 26
sábado, dezembro 15
quarta-feira, dezembro 5
quinta-feira, novembro 29
segunda-feira, novembro 26
quarta-feira, novembro 14
Escritor António Lobo Antunes na Arquivo Livraria
Sinopse:
NÃO É MEIA NOITE QUEM QUER
António Lobo Antunes
Editora: D. Quixote
O enredo do livro desenvolve-se em três dias, sexta-feira, sábado e domingo. Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim-de-semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se da casa, mas também relembrar tudo o que se passou ali - a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias. Vem depois a sua vida actual, mal casada, sem filhos, professora numa escola como tantas outras, com uma relação frustrante e sem entusiasmo com uma colega mais velha... O falhanço que é a sua vida reflecte-se na casa há muito desabitada e nos sonhos de todos eles, ali irremediavelmente enterrados. A despedida da casa pode levá-la a imitar o irmão mais velho e, no domingo, atirar-se das arribas e encerrar ali uma vida sem futuro.
NÃO É MEIA NOITE QUEM QUER
António Lobo Antunes
Editora: D. Quixote
O enredo do livro desenvolve-se em três dias, sexta-feira, sábado e domingo. Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim-de-semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se da casa, mas também relembrar tudo o que se passou ali - a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias. Vem depois a sua vida actual, mal casada, sem filhos, professora numa escola como tantas outras, com uma relação frustrante e sem entusiasmo com uma colega mais velha... O falhanço que é a sua vida reflecte-se na casa há muito desabitada e nos sonhos de todos eles, ali irremediavelmente enterrados. A despedida da casa pode levá-la a imitar o irmão mais velho e, no domingo, atirar-se das arribas e encerrar ali uma vida sem futuro.
segunda-feira, novembro 5
quarta-feira, outubro 31
sexta-feira, outubro 26
quinta-feira, outubro 25
workshop de escrita criativa orientado por João Tordo
Workshop de Escrita Criativa
ESCRITA DE ROMANCE
Orientado por JOÃO TORDO
Livraria ARQUIVO
27 e 28 de Outubro (sábado e domingo)
Neste workshop irá falar-se da ideia original ao tratamento dessa ideia.
O plot/enredo e desenvolvimento do plot. A diferença entre storyline e plotline; importância dos pontos de viragem. O parágrafo inicial e os plot points ao longo do enredo; armadilhas, ganchos, flashbacks e outras técnicas.
Divisão de um romance em três actos: o significado de cada acto. Os momentos fundamentais: crise inicial, desenvolvimento, clímax e resolução; a revelação das personagens. Noção de mudança e importância do arco narrativo.
As cinco componentes do romance: descrição, diálogo, acção, pensamento, exposição. A importância do ponto de vista em literatura. A voz narrativa: primeira e terceira pessoa. Anatomia de uma cena: construção do mundo narrativo. Exposição vs Informação; Narrativa vs Diálogo. Caixa de ferramentas. A viagem emocional do protagonista.
A QUEM SE DESTINA: estudantes, professores, profissionais da área da escrita, romancistas e aspirantes a romancistas. Ou simplesmente a quem gosta de escrever e a quem ambiciona começar ou trabalhar num romance ou tem algumas dúvidas sobre a execução do mesmo.
BIOGRAFIA: João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Formou-se em Filosofia e estudou Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e em Nova Iorque. Trabalha como tradutor, guionista, cronista e formador, depois de ter passado pelo jornalismo, tendo publicado, entre outros, n’O Independente, Sábado, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, ELLE e na revista Egoísta. Escreveu uma longa-metragem e várias séries televisivas. Foi vencedor do prémio Jovens Criadores em 2001. Publicou os romances, O Livro dos Homens Sem Luz (2004), Hotel Memória (2006) e As Três Vidas (2008), que recebeu o Prémio José Saramago em 2009. Em Setembro de 2010 publicou o romance "O Bom Inverno" e, em 2012, “Anatomia dos Mártires”. É o único escritor português presente entre os finalistas da 6.ª edição do Prémio Literário Europeu, com o romance “O Bom Inverno” (cujo vencedor será anunciado em dezembro).
Data 27 e 28 de outubro
sábado e domingo (manhã).
horário:
Sábado: das 10h00 às13h00 e 14h00-18h00 e Domingo: das 10h00 às 14h00
Preço: 76,50€
Número de inscrições: 16
Data Limite inscrição: 22 de Outubro
Local: Livraria Arquivo – Av. Combatentes da Grande Guerra, 53, Leiria
Mais informações: Paula Carvalho 244 822 225 agenda@arquivolivraria.pt
As inscrições poderão ser feitas ao balcão da Livraria Arquivo, por telefone e por e-mail, só sendo consideradas válidas após oficialização do pagamento, que poderá ser efectuado ao balcão ou por transferência bancária para através do Nib Livraria Arquivo : 0035 2044 00043076930 03. Agradecemos o envio do comprovativo da transferência para agenda@arquivolivraria.pt .
sexta-feira, outubro 12
segunda-feira, setembro 24
O Lado negro do Bom Nome, de Jorge Dias
Apresentação do livro
"O Lado Negro do Bom Nome",
de Jorge Dias
29 set | sábado | 18h
Qual é o lado negro do bom nome? É a capacidade de gozar de boa reputação sem a ter. Mantê-la com a ajuda da Justiça e das instituições reguladoras nacionais depois de ter coleccionado actos ilícitos e fraudulentos.
Este livro aborda a temática com especial enfoque no trabalho, um factor essencial na vida de todos. Uma coisa é saber e ter a noção dos factos, outra, mais profunda, é ter deles consciência plena.
Se julga que ter contrato é uma segurança, não confie tanto. Em Portugal pode-se despedir só verbalmente, subvertendo toda a lei laboral. O Código do Trabalho é um livro de ficção e não é para levar a sério. Acredite no que lhe digo.
No dia D e na hora H, quando a empresa se portar mal consigo, as suas emoções alterar-se-ão e vão atormentá-lo/a durante muito tempo.
Esta obra inclui um ebook grátis que o/a ensinará a lidar com esses momentos sem enlouquecer. Estratégias e técnicas para limpar a sua mente dos pensamentos negros que o/a assaltarão.
Apesar do tema, este livro foi escrito de forma leve, com metáforas, com muitas perguntas para reflexão, algumas ironias, histórias reais, comentários hilariantes de cidadãos comuns, artigos de jornais e revistas. Uma variedade estilística que, mantendo o tema sério, lhe fornece esperança, força, motivação e satisfação.
A quem se destina este livro:
- Se é empresário, empreendedor ou patrão, está com um problema de liquidez na empresa e quer despedir pessoas, este livro é para si. «Deitar fora pessoas» pode afigurar-se um empreendimento mais fácil do que pensa…
- Se é empregado, funcionário ou colaborador contratado de uma empresa em dificuldades financeiras, este livro é para si. Espero que tenha amealhado o suficiente para viver muito mais de um ano, pois o que aí pode vir vai exigir muito de si.
- Se é colaborador a recibo verde, ou seja, se é falso recibo verde, este livro é para si. Amealhe o que puder enquanto lhe pagam. Se for «deitado fora», não vai ter direito a nada, mesmo que tenha feito todos os descontos e pelo regime alargado, e ainda olharão para si como se andasse a querer «chular» a sociedade. Vai ser olhado como «lixo», porque recibo verde é «trabalho pirata», como dizia um director numa das empresas onde trabalhei.
- Se é empregado, funcionário ou colaborador contratado de uma instituição que lhe dá garantias e está descontente, este livro é para si. Pode ser que lhe interesse saber mais alguma coisa sobre uma outra realidade que cresce como cogumelos em Portugal.
- Se é jurista ou advogado, este livro também é para si. Encontrará por certo motivo de interesse sobre o que já sabe e o que pode não saber ainda o que fazer com a Lei. Como utilizá-la a favor ou contra a intenção da Lei e como ser bem-sucedido. Das questões técnicas à deontologia, da ética à função da Justiça e dos advogados, encontrará aqui perguntas que muitos cidadãos gostariam de ver respondidas e que, provavelmente, não vai saber responder.
- Se é gestor, este livro não deixa de ser para si. Poderá discorrer sobre o papel da Gestão na área do Direito. Fazendo minhas as palavras do advogado Manuel Ramirez Fernandes, «grande parte dos conflitos laborais tem a sua génese na má gestão de pessoas e das empresas». E aqui também a questão. JORGE DIAS é licenciado em Sociologia pela Universidade Moderna, pós-graduado e mestre em Gestão de Recursos Humanos pelo ISCTE. MAster em Programação Neurolinguística, Consultor de Panorama Social. Desenvolve actividade profissional na área de formação e do diagnóstico organizavional. A prepara doutoramento em Gestão.
"O Lado Negro do Bom Nome",
de Jorge Dias
29 set | sábado | 18h
Qual é o lado negro do bom nome? É a capacidade de gozar de boa reputação sem a ter. Mantê-la com a ajuda da Justiça e das instituições reguladoras nacionais depois de ter coleccionado actos ilícitos e fraudulentos.
Este livro aborda a temática com especial enfoque no trabalho, um factor essencial na vida de todos. Uma coisa é saber e ter a noção dos factos, outra, mais profunda, é ter deles consciência plena.
Se julga que ter contrato é uma segurança, não confie tanto. Em Portugal pode-se despedir só verbalmente, subvertendo toda a lei laboral. O Código do Trabalho é um livro de ficção e não é para levar a sério. Acredite no que lhe digo.
No dia D e na hora H, quando a empresa se portar mal consigo, as suas emoções alterar-se-ão e vão atormentá-lo/a durante muito tempo.
Esta obra inclui um ebook grátis que o/a ensinará a lidar com esses momentos sem enlouquecer. Estratégias e técnicas para limpar a sua mente dos pensamentos negros que o/a assaltarão.
Apesar do tema, este livro foi escrito de forma leve, com metáforas, com muitas perguntas para reflexão, algumas ironias, histórias reais, comentários hilariantes de cidadãos comuns, artigos de jornais e revistas. Uma variedade estilística que, mantendo o tema sério, lhe fornece esperança, força, motivação e satisfação.
A quem se destina este livro:
- Se é empresário, empreendedor ou patrão, está com um problema de liquidez na empresa e quer despedir pessoas, este livro é para si. «Deitar fora pessoas» pode afigurar-se um empreendimento mais fácil do que pensa…
- Se é empregado, funcionário ou colaborador contratado de uma empresa em dificuldades financeiras, este livro é para si. Espero que tenha amealhado o suficiente para viver muito mais de um ano, pois o que aí pode vir vai exigir muito de si.
- Se é colaborador a recibo verde, ou seja, se é falso recibo verde, este livro é para si. Amealhe o que puder enquanto lhe pagam. Se for «deitado fora», não vai ter direito a nada, mesmo que tenha feito todos os descontos e pelo regime alargado, e ainda olharão para si como se andasse a querer «chular» a sociedade. Vai ser olhado como «lixo», porque recibo verde é «trabalho pirata», como dizia um director numa das empresas onde trabalhei.
- Se é empregado, funcionário ou colaborador contratado de uma instituição que lhe dá garantias e está descontente, este livro é para si. Pode ser que lhe interesse saber mais alguma coisa sobre uma outra realidade que cresce como cogumelos em Portugal.
- Se é jurista ou advogado, este livro também é para si. Encontrará por certo motivo de interesse sobre o que já sabe e o que pode não saber ainda o que fazer com a Lei. Como utilizá-la a favor ou contra a intenção da Lei e como ser bem-sucedido. Das questões técnicas à deontologia, da ética à função da Justiça e dos advogados, encontrará aqui perguntas que muitos cidadãos gostariam de ver respondidas e que, provavelmente, não vai saber responder.
- Se é gestor, este livro não deixa de ser para si. Poderá discorrer sobre o papel da Gestão na área do Direito. Fazendo minhas as palavras do advogado Manuel Ramirez Fernandes, «grande parte dos conflitos laborais tem a sua génese na má gestão de pessoas e das empresas». E aqui também a questão. JORGE DIAS é licenciado em Sociologia pela Universidade Moderna, pós-graduado e mestre em Gestão de Recursos Humanos pelo ISCTE. MAster em Programação Neurolinguística, Consultor de Panorama Social. Desenvolve actividade profissional na área de formação e do diagnóstico organizavional. A prepara doutoramento em Gestão.
Novo livro de Herta Müller
SUGESTÃO DE LEITURA
JÁ ENTÃO A RAPOSA ERA O CAÇADOR
Herta Müller
Trad. de Aires Graça, ed. D. Quixote, set. 2012.
«A mulher das mãos nodosas cospe no trapo e esfrega as maçãs até elas brilharem. Coloca as maçãs brilhando umas ao lado das outras, de modo a deixar as bochechas vermelhas para a frente e as cicatrizes para trás. As maçãs são pequenas e tortas. A balança está vazia. A pesagem é feita por duas cabeças de ave em ferro, cujos bicos sobem e descem frente a frente atá as maçãs e os pesos se equilibrarem. Então param. Então a velhota faz contas com a boca em voz alta até os olhos dela ficarem tão próximos como so bicos. Tão duros e silenciosos, porque sabem quanto custa.»
JÁ ENTÃO A RAPOSA ERA O CAÇADOR
Herta Müller
Trad. de Aires Graça, ed. D. Quixote, set. 2012.
«A mulher das mãos nodosas cospe no trapo e esfrega as maçãs até elas brilharem. Coloca as maçãs brilhando umas ao lado das outras, de modo a deixar as bochechas vermelhas para a frente e as cicatrizes para trás. As maçãs são pequenas e tortas. A balança está vazia. A pesagem é feita por duas cabeças de ave em ferro, cujos bicos sobem e descem frente a frente atá as maçãs e os pesos se equilibrarem. Então param. Então a velhota faz contas com a boca em voz alta até os olhos dela ficarem tão próximos como so bicos. Tão duros e silenciosos, porque sabem quanto custa.»
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