terça-feira, janeiro 4

"Escrever para Crianças", workshop orientado por Margarida Fonseca Santos

A minha vida mudou quando decidi dedicar-me à paixão
que é escrever. Comecei pela literatura infantil, depois segui para a juvenil, mas nunca deixei de escrever para adultos. Ensinar pela escrita e contar as minhas histórias são as duas outras paixões...”
Margarida Fonseca Santos

ERA UMA VEZ...TAKE TWO!
Escrever para crianças
Orientado por Margarida Fonseca Santos
Livraria ARQUIVO | 29 de Janeiro de 2011
Escrever para crianças e jovens é algo tão apaixonante quanto trabalhoso. No entanto, depois de experimentar, torna-se um desafio que gostamos de abraçar.
Iremos partir de alguns exercícios de escrita criativa, compreender a especificidade da escrita para crianças e experimentar vários caminhos – o universo fantástico, os objectos como personagens, do trabalho do diálogo, a construção de enredos. Não esqueceremos a metáfora e os cuidados a ter quando a utilizamos.
A QUEM SE DESTINA: Podem inscrever-se neste curso todas as pessoas: as que já fizeram o módulo do ano anterior e as que vêem de novo. Esperam-vos horas de construção e de sorrisos.

Margarida Fonseca Santos: Tem vários livros publicados, sobretudo na área infanto-juvenil. Orienta ateliers de escrita criativa com crianças, adultos e professores, sendo co-autora do livro Quero Ser Escritor! Escreveu várias peças de teatro de onde se destacam: As peças sobre Matemática para crianças e jovens, e O Navio dos Rebeldes (T. da Trindade), António, Bispo do Porto (Seiva Trupe) e A Filha Rebelde (T. Nac. D. Maria II) e Matemática, para quê? (Bica Teatro). Em co-autoria com Maria João Lopo de Carvalho escreve a colecção 7 irmãos, e com Rita Vilela dois livros de metáforas (Histórias para Contar Consigo e Brincar com Coisas Sérias), apresentando-se regularmente a contá-las.

DATA E HORÁRIO: 29 de janeiro | Das 10h às 13h . Das 14h30 às 17h30.
PREÇO: 45,00€
N.º INSCRIÇÕES: 15
Data limite de inscrições: 25 de Janeiro
LOCAL: Livraria Arquivo – Av. Combatentes da Grande Guerra, 53, Leiria
Mais informações: Paula Carvalho | 244 822 225 | agenda@arquivolivraria.pt
As inscrições poderão ser feitas ao balcão da Livraria Arquivo, por telefone e por e-mail, só sendo consideradas válidas após oficialização do pagamento, que poderá ser efectuado ao balcão ou por transferência bancária para através do Nib Livraria Arquivo : 0035 2044 00043076930 03. Agradecemos o envio do comprovativo da transferência para agenda@arquivolivraria.pt .







Para muitos é este o melhor livro do ano

É voz corrente que As Aventuras de Augie March equivalem, no século XX, às de Huckleberry Finn. Martin Amis, por exemplo, diz que As Aventuras de Augie March é o grande romance da literatura americana, e que não vale a pena procurar por melhor.


Nesta narrativa picaresca das glórias e vicissitudes da fortuna, o herói, um homem de qualidades indefiníveis, cuja motivação principal é a busca do amor, conta a sua história. Esta envolve uma inigualável gama de esquemas e episódios mirabolantes — que vão do trato com pugilistas ao contrabando de emigrantes; do roubo de livros à organização de sindicatos; da segurança de Trotsty, no México, ao treino de águias temperamentais na caça de lagartos gigantes, ou ao resgate da humanidade pela abolição do aborrecimento. Escusado será dizer que estes projectos são acompanhados (ou interrompidos) por relações com mulheres fortes, sempre excelentes amantes, e às vezes ricas.

Considerado um dos maiores romancistas americanos do Pós-guerra, Saul Below descreve nos seus romances a complexidade social e psicológica do mundo. Influenciado pela narrativa existencialista europeia e por Franz Kafka, abordou também a problemática judaica num estilo irónico e distanciado.
Saul Below foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1976.

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH
Saul Below
Editora: Quetzal

O nosso Livro do Mês


VERÃO
J. M. Coetzee
Editora: Dom Quixote
PVP: 17,67
ESPECIAL PREÇO LIVRO DO MÊS ARQUIVO: 14,14€

Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu trajecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava «a apalpar terreno como escritor».
Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge uma retrato do jovem Coetzee como um individuo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança.
Ora comovente, ora francamente divertido, Verão mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. Verão completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com Boyhood e Youth.

J. M. Coetzee nasceu em 1940, na Cidade do Cabo, estudou na África do Sul e nos Estados Unidos e actualmente reside na Austrália.
Entre as suas obras contam-se No Coração desta Terra, À Espera dos Bárbaros, A Vida e o Tempo de Michael K., O Mestre de Petersburgo, Desgraça, Elizabeth Costello, O Homem Lento e Diário de um Mau Ano, um romance em que o autor dividiu a página em três planos narrativos distintos numa ousada experiência entre a ficção e o ensaio.
Verão, finalista do Booker Prize em 2009, e muito aclamado pela crítica e pelos leitores, é o seu mais recente livro.
Tendo sido o primeiro escritor a vencer por duas vezes o Booker Prize, foi galardoado em 2003 com o Prémio Nobel da Literatura.

segunda-feira, janeiro 3

As escolhas dos leitores da revista Ler

Também os leitores da revista Ler foram chamados a escolher os seus preferidos de 2011. Eis a escolha final.

quinta-feira, dezembro 30

E os de 2011...

O que aí vem em 2011
«Não se esperam grandes surpresas literárias em 2011. Ainda muitos negócios estão por fechar, mas as editoras parecem apostar nos valores seguros dos seus catálogos. Com lugar garantido nas livrarias estão as portuguesas Hélia Correia, com Separar as Águas e Outras Novelas (Relógio d'Água) e Lídia Jorge, A Noite das Mulheres Cantoras (Dom Quixote). E as traduções mais desejadas chegam nos próximos meses: Liberdade, de Jonhathan Frazen (Dom Quixote) e o Booker 2010 The Finkler Question, de Howard Jacobson (Porto Editora). Umberto Eco vê três livros publicados: o primeiro volume de História da Idade Média (Dom Quixote), o romance O Cemitério de Praga (Gradiva) e os ensaios Contruir o Inimigo (Gradiva). O plémico The Good Man Jesus, de Philip Pullman (Teorema), que afirma que a Virgem Maria teve Gémeos, o Jesus e o Cristo, chega também às mãos dos leitores, tal como Victoria, de Knut Hamson (Cavalo de Ferro). Christopher Isherwood começa a ser editado em português com Um Homem Singular (Quetzal). Da fria Noruega chegam os contos de Kjell Askildsen, Uma Vasta e Desperta Paisagem (Ahab) e de Inglaterra, o aguardado C., de Tom McCarthy (Presença). E há novos romances de Aravind Adiga, The Last Man in Tower (presença), David Lodge, A Man of Parts (Asa), John Banville, The Infinites (ASA), Niccolò Ammaniti, Que Comece a Festa (Bertrand) e Tim Butcher, À Caça do Diabo (Bertrand).» Jornal Sol de 30 de dezembro de 2010, pg.36.

Os livros de 2010


Em final de ano, é tempo de balanços e os livros não são excepção: aqui ficam as escolhas publicadas no suplemento Ipsilon, do jornal Público Livros 2010 (as escolhas são da responsabilidade de Eduardo Pitta, Helena Vasconcelos, Isabel Coutinho, José Manuel Fernandes, José Riço Direitinho, Maria Conceição Caleiro, Pedro Mexia, Rogério Casanova, Rui Catalão, Rui Lagartinho).

As Horas Extraordinarias de Maria do Rosário Pedreira

«Os livros hoje têm uma vida curta e, como se publica excessivamente, ficam pouco tempo nas livrarias, o que condena muitos deles a uma morte prematura. Os que têm a sorte de sobreviver são poucos e arriscam-se a tornar-se uma espécie de clássicos, embora muitos dos verdadeiros clássicos morram em vez deles e tenham cada vez menos leitores. Quando gostamos muito de um livro, ficamos desesperados ao ver que, nas gerações que se seguem à nossa, já ninguém lhe pega; e, porque creio que seria realmente grave que alguns títulos fossem esquecidos e riscados das leituras actuais, hoje dedico o meu post a três grandes romances (dois deles até no tamanho são grandes) que estão, quanto a mim, entre os maiores da literatura portuguesa. O primeiro é Sinais de Fogo, o romance que Jorge de Sena deixou inacabado e teve já uma adaptação ao cinema; o segundo é Finisterra, uma peça literária única no género da autoria desse poeta maior (e a cair perigosamente no esquecimento) que foi Carlos de Oliveira. O terceiro é Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio, que está desde há uns meses disponível em pequeno formato na BIS e tem, por isso, um preço simpático. Se os jovens portugueses só lessem estes três livros, pelo menos já teriam lido qualquer coisa de grande.» Maria do Rosário Pedreira em Horas Extraordinárias

quarta-feira, dezembro 29

Hélia Correia distinguida pelo Prémio Literário Fundação Inês de Castro

A escritora Hélia Correia venceu este ano o Prémio Literário Fundação Inês de Castro, com o romance Adoecer. O juri deste ano foi presidido por José Carlos Seabra Pereira e integrou ainda Mário Cláudio, Frederico Lourenço, Fernando Guimarães e Pedro Mexia. A obra premiada é uma biografia de uma inglesa, que não tem muito a ver com Portugal, mas que participa do mito ineseano, sobre o drama amoroso entre D. Pedro e Inês. Pedro Tamen, Teolinda Gersão e José Tolentino Mendonça foram os vencedores anteriores deste prémio literário, cuja primeira edição ocorreu em 2007.

Ideias perigosas para Portugal



IDEIAS PERIGOSAS PARA PORTUGAL
Propostas Que se Arriscam a Salvar o País
org. de João Caraça e Gustavo Cardoso
Editora: Tinta da China

Textos de: Catarina Portas / Michael Krause / Nelson Olim / Francisco Maria Balsemão / João Afonso / Nuno Artur Silva / Rui Tavares / Vítor Rua / Ana Sousa Dias / José Miguel Rodrigues / Rui Moreira de Carvalho / Ana Catarina Santos / João M. Almeida / Diogo Pinto / Inês Botelho / Perdo Lopes / Sónia Baptista / entre outros.

Mais público ou mais privado?
Mais governo ou mais anarquia?
Mais crença ou mais razão?
Mais eu ou mais nós?
Mais cidade ou mais serras?

João Caraça — doutorado em Física Nuclear em Oxford, director do Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian e professor catedrático no ISEG — e Gustavo Cardoso — professor de Media e Sociedade no ISCTE­‑IUL — apresentam um conjunto de ideias inesperadas, pouco consensuais e que vão gerar discussões renovadas nas mais variadas áreas do conhecimento.
Porquê fazer um livro sobre ideias perigosas para Portugal? Porque normalmente limitamo-nos a criticar as ideias dos outros e, com menor frequência, a contrapor outras ideias. Foi com o objectivo de quebrar esta tendência que os coordenadores estenderam as suas redes de conhecimentos, do face a face ao Facebook, e desafiaram cientistas, artistas, gestores, jornalistas, economistas e muitos outros para arriscarem quebrar as convenções e propor ideias ousadas sobre o país.

Era uma vez uma velhinha

Livro Vencedor do Prémio"Opera Prima"
da Feira do Livro Infantil de Bolonha 2010

UMA VELHINHA ENGOLIU UM mosquito.
E UMA aranha. E UM gato. E Um cão.
 E UMA serpente. E UMA vaca. E UM cavalo.

Eis o testemunho da devoção genuína de Jeremy Holmes pelo universo dos livros. O seu trabalho contém inúneras alusões que um olhar perspicaz é capaz de identificar e de partilhar com os leitores. Autêntica preciocidade tipográfica. Este pequeno objecto de arte consegue conciliar referências surreais ao século XIX com o imaginário bem-humorado da melhor tradição literária para a infância.

ERA UMA VEZ UMA VELHINHA
Criado por Jeremy Holmes
Editora: Dinalivro

domingo, dezembro 19

Obra Poética
de Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Caminho
A presente edição, agrupando pela primeira vez num único tomo a obra poética da autora, segue e actualiza os critérios de fixação de texto adoptados na segunda das referidas séries, a série das edições «revistas».
Publica-se igualmente, neste volume, um conjunto de poemas dispersos em revistas, em livros colectivos, em jornais e num cartaz, desde textos que remontam à primeira fase da produção de Sophia, dos anos 1940, até aos últimos poemas escritos em 2001. Alguns destes textos já foram dados a conhecer na antologia Mar, a partir da 5.a edição, saída em 2004 (selecção e organização de Maria Andresen de Sousa Tavares).
Não se inclui no presente volume um número considerável de poemas inéditos, que integram o espólio da autora, e que aguardam publicação em futura edição crítica.

Gonçalo Cadilhe na Arquivo
21 de dezembro | terça | 18h30
para apresentar o seu último livro "O Mundo é Fácil, Aprenda a Viajar com Gonçalo Cadilhe".

"Viajar aprende-se. Como qualquer outra técnica ou conjunto de instrumentos mentais. Adquire-se a manha. Ganha-se o gosto. A vida errante é um processo gradual. Destinos óbvios a conhecer e outros a evitar. Bagagem e o que deve ir nela. Dinheiro e como transportá-lo. Como gastá-lo. Perceber o que se come e onde se dorme. Quando prosseguir viagem. Saber sorrir.

Este manual reúne essencialmente uma série de constatações pessoais, fruto de quase 20 anos a viajar profissionalmente; também apresenta informações sistematizadas a partir de outros manuais; e por fim partilha algumas experiências em que entram outros viajantes portugueses. Convidei diferentes aventureiros, cada uma com uma característica própria que justificasse o convite, a deixar um pequeno depoimento. Viajantes não profissionais, viajantes como tu." Gonçalo Cadilhe.

quarta-feira, dezembro 15

Moleskine Passions na revista Wine

Na revista  WINE deste mês, é notícia o Moleskine Passion Wine.

Também disponiveis na versão Receitas, Livros, Filmes, Música e Bem-Estar: ideiais para anotar, guardar e partilhar informações, notas, recortes e desenhos sobre as suas paixões preferidas.
Descubra-os em http://www.moleskine.pt/moleskine/?id=1376&familia_id=1790

Nicolau Breyner na Arquivo

a propósito dos livros...


Os livros são fonte de satisfação, de alegrias e de conhecimento, enriquecendo a nossa vida e aumentando o valor da nossa existência. Mas quantos de nós já não nos sentimos perdidos nessa floresta densa e por vezes hostil que é o mundo dos livros e da literatura? O que ler? Como encontrar o livro que secretamente procuramos?
Herman Hess, escritor amado por gerações de leitores, guia-nos neste conjunto de textos fundamentais pela floresta de papel da literatura, introduzindo-nos «à magia do livro». Explica e ilustra com clareza o que significa encontrar um livro - acontecimento que pode ser tão ou mais importante do que o encontro com outra pessoa. Ajuda-nos de forma simples e precisa no passo mais delicado e fundamental: a criação da nossa própria biblioteca. Sugere-nos livros incontornáveis e explica-nos porque devemos travar conhecimento com eles. Reflecte de forma actualíssima sobre o universo da leitura e da escrita.
Um livro fundamental, inédito em português, para todos os leitores que pretendam iniciar ou aprofundar o seu conhecimento na arte subtil da leitura.

UMA BIBLIOTECA DA LITERATURA UNIVERSAL
Herman Hesse
Editora: Cavalo de Ferro

terça-feira, dezembro 14

ARQUIVO – BENS CULTURAIS distinguida com Estatuto PME Excelência 2010

A ARQUIVO – BENS CULTURAIS foi distinguida com o Estatuto PME Excelência 2010, atribuído pelo IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação – Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento) em parceria com os principais bancos. Este Estatuto é atribuído a pequenas e médias empresas portuguesas que evidenciam os melhores desempenhos e indicadores de gestão, no contexto da estrutura empresarial nacional.
Já em 2009, à ARQUIVO - BENS CULTURAIS foi reconhecido o Estatuto PME Líder, atribuído pela mesma entidade às empresas que apresentaram elevados níveis de eficiência e competitividade.
A atribuição do Estatuto PME Excelência, tem lugar hoje (14 de Dezembro) no Europarque (Santa Maria da Feira), numa Cerimónia Pública com a presença do Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento.
A ARQUIVO - BENS CULTURAIS agradece a todos os que contribuíram para esta distinção de referência!

segunda-feira, dezembro 13

10 Livros para oferecer neste Natal - As escolhas do jornal Público

«Isabel Coutinho [jornalista do Público] seleccionou romances que receberam prémios ou títulos de autores qeu não publicavam há muitos anos, biografias que nos mostram o outro lado de políticos e escritores, um livro de História e a nova obra do Nobel da Literatura 2010. Todos editados em Portugal durante este ano.»

ARQUIVO INTIMO
Nelson Mandela
Prefácio de Barack Obama
Editora: Objectiva
"A história contida neste livro - e a história que a vida de Mandela nos conta - não é uma história de seres humanos infalíveis e de triunfo inevitável. É a história de um homem que se dispôs a arriscar a própria vida por aquilo em que acreditava, e que se esforçou verdadeiramente por levar o tipo de vida que acabaria por fazer do mundo um lugar melhor", escreve no prefácio o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

HISTÓRIA DO SÉCULO XX
Martin Gilbert
Editora: Dom Quixote
Neste livro percebemos melhor a Revolução Russa de 1917, a ascensão de Hitler ao poder, o reinado e a morte de Estaline ou Mao Tse-tung, a largada de bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáki, o assassínio do Presidente Kennedy, a Guerra do Vietname, a ida do Homem à Lua. Os capítulos estão divididos por décadas e terminam em 1999.

SALAZAR - BIOGRAFIA POLÍTICA
Filipe Ribeiro Meneses
Editora: Dom Quixote
É a primeira biografia académica de António Oliveira Salazar, 40 anos depois da sua morte, 15 anos depois da abertura ao público do seu arquivo. Foi escrita em inglês por Filipe Ribeiro de Meneses, um historiador português radicado em Dublin, depois de sete anos de investigação.

CLARICE LISPECTOR  - UMA VIDA
Benjamin Moser
Editora: Civilização
A tarefa não é fácil. Como disse Orhan Pamuk, Clarice Lispector é uma das escritoras mais misteriosas do século XX, mas Benjamin Moser conseguiu desvendar parte desse mistério. Uma biografia que se lê como uma romance.

RENASCER
Diários e Apontamentos 1947-1963
Susan Sontag
Editora: Quetzal
Este é o primeiro de três volumes diários de Susan Sontag ue o seu filho, David Rieff, organizou e pubblicou. O livro começa com os anos da faculdade e as primeiras experiências ficcionais de uma das ntelectuais mais influentes da América do pós-guerra, e termina em 1963.

LUKA E O FOGO DA VIDA
Salman Rusdhie
Editora: Dom Quixote
Nos anos 90, quando era perseguido, Salman Rusdhie escreveu um livro par ao seu filhos mais velho - Harun e o mar de histórias. Nos últimos anos, Milan, o seu filho mais novo, pediu-lhe também que escrevesse um livro para ele. E assim surgiu Luka e o Fogo da Vida.

UMA VIAGEM À INDIA
Gonçalo M. Tavares
Editora: Caminho
Uma Viagem à India é um romance em verso que paróia Os Lusíadas. O texto está dividido em cantos, estrofes e versos e retoma a naoção de epopeia com um protagonista que dá pelo nome de Bloom. O livro tem prefácio de Eduardo Lourenço, em que o ensaísta afirma que Uma Viagem à India "navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como todos os grandes livros [...]"

DEIXEM PASSAR O HOMEM INVISIVEL
Rui Cardoso Martins
Editora: Dom Quixote
O ponto de partida para o segundo romance de Rui Cardoso Martins é uma grande chuvada em Lisboa. Tudo começa quando um advogados cego e um miúdo de oito anos são arrastados para um tubo de esgoto e contam histórias um ao outro. Rui Cardoso Martins recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela Associação Portuguesa de Escritores.

EM ALGUMA PARTE ALGUMA
Ferreira Gullar
Editora: Ulisseia
Prémio Camões 2010, Ferreira Guillar fez 80 anos a 10 de Setembro passado e rompeu um silêncio poético de 11 anos. Em Alguma Parte Alguma é um livro de poemas que começou a escrever em 2000.

O SONHO DO CELTA
Mario Vargas Llosa
Editora: Quetzal
Em Outubro foi-lhe atríbuido o P´remio Nobel da Literatura 2010 e, em Novembro, Mario Vargas Llosa lançou o romance O Sonho do Celta, que se baseia na vida de Roger Casement, cônsul britânico no Congo Belga no início do século XX, anticolonialista e defensor dos direitos humanos e das culturas indígenas.

Sessão de autógrafos com Nicolau Breyner



Sessão de Autógrafos com Nicolau Breyner
18 dezembro | sábado | 16h30

O livro É melhor ser alegre que ser triste conta a vida de um alentejano tirado à terra a quem Deus entregou um outro destino. Português incatalogável, é um actor versátil, com caminho feito no teatro de revista e na comédia, experimentadíssimo nos plateaux de televisão e de cinema, produtor, realizador, e também autor de programas que mudaram a história da televisão e do humor feitos em português. Para além das suas próprias histórias, aqui ficam também contadas partes de várias outras - as do teatro, da televisão, do cinema, mas também algumas de Serpa e de Lisboa. Feito em colaboração com o actor, É melhor ser alegre que ser triste percorre setenta anos de vida e cinquenta de carreira de um homem conhecido pelas qualidades humanas de quem se construiu em torno dos afectos.
Pode uma vida ser explicada em cinco partes, apenas cinco dimensões de um todo? Ao contar-se, Nicolau Breyner divide-se pelo Alentejo, pelo teatro, pelo cinema e pela televisão, mas é na última parte, Nico, que nos narra o homem.


É melhor ser alegre que ser triste
Sarah Adamopoulos
Editora: Planeta
Primeira e única biografia com a colaboração do autor

sexta-feira, dezembro 10

Exposição de joalharia de autor


A inauguração é hoje, sexta, 10 de dezembro, à tardinha.

 

Sugestões para as suas ofertas de Natal

Uma tarde que promete. Na Livraria Arquivo, claro!

Amanhã, sábado,11 de dezembro, há história infantil, uma sessão de autógrafos com o escritor Francisco Moita Flores e ainda a actuação do Coro Infantil do Jardim Escola João de Deus. Uma tarde que promete!
Ainda este fim-de -semana, "Ofereça Solidariedade" com a Arquivo e estará a apoiar a Cáritas de Leiria.
Contamos com a sua visita!

sexta-feira, dezembro 3

bons motivos para nos visitar


Muitos e bons motivos para nos visitar sábado (2 de dezembro):

- Ofereça Solidariedade: por cada livro vendido neste dia 2€ revertem a favor da Cáritas de Leiria;

- Sessão de autógrafos com o escritor Mário Zambujal, a partir das 17h30, acompanhada de degustação de vinhos produzidos pela Herdade do Rocim;

- Animação nocturna para pais e filhos às 21h00: actividade lúdica para pais e filhos, a partir do livro "Não é uma Caixa", de Antoinette Portis;

- 30% de desconto em artigos EASTPAK e outros seleccionados;

- Vamos estar Shop On e por isso vamos estar de portas abertas até às 24 horas.


Tudo bons motivos para nos visitar!

quinta-feira, dezembro 2

Hoje há contos à tardinha...


«Para aquela princesa, perder a sua fada madrinha fora o pior que lhe podia ter acontecido. Primeiro, porque não pensava ser possível perder alguém que a acompanhara na sua vida, amando-a, guiando-a, apoiando-a, incentivando-a e até ralhando-lhe quando era preciso. Depois, porque, como era sabido em todo o reino, é muito difícil a recuperação após uma perda daquelas, e a jovem era sensível e delicada.
A princesa passava os dias mergulhada num estado de dor que a embriagava e numa saudade que a fazia perder o contacto com a vida.
Sentido-se vazia, desamparada e sem forças, procurou a fada madrinha nos fins de tarde, mas não a encontrou. Procurou-a nas tarefas que cumpriam juntas, mas não a controu. Procurou-a nos sorrisos, mas não a encontrou.
Tudo o que encontrava, ao procurá-la à sua volta, numa esperança vã de a reaver, era dor, saudade e sofrimento.
Os reis assistiam a tudo isto sem poder intervir, pois também era sabido por todo o reino que a recuperação tem de ser sentida por cada um. O problema é que não resistiam a dar-lhe conselhos, não resistiam a desafiá-la para actividades que, para ela, não tinham qualquer interesse, não resistiam a resgatá-la. E, como ele, todos os que a rodeavam faziam o mesmo, embora sem qualquer sucesso.(...)» (retirado de "Brincar com Coisas Sérias", pg. 41.

quarta-feira, dezembro 1

AO CAIR DA NOITE
Michael Cunningham
Editora: Gradiva
Peter e Rebecca Harris, na casa dos quarenta e a viver em Manhattan, aproximam-se do apogeu das suas carreiras em arte: ele, negociante; ela, editora numa boa revista da especialidade. Com um moderno e espaçoso apartamento, uma filha adulta a estudar na universidade em Boston e amigos inteligentes e animados, levam um invejável estilo de vida urbano contemporâneo e parecem ter todas as razões para serem felizes. Mas é então que o irmão de Rebecca surge em cena. Extremamente parecido com ela, mas muito mais novo, Ethan (conhecido na família como Mizzy, «O Erro») resolve visitá-los. Na sua presença, Peter começa a pôr em causa os artistas, o trabalho destes, a sua carreira – todo o mundo que construíra com tanto cuidado.
Tal como o aclamado romance As Horas, vencedor do Prémio Pulitzer, esta nova obra de Cunningham constitui uma visão dolorosa do modo como vivemos hoje em dia. Plena de peripécias inesperadas, faz-nos pensar (e sentir) com profundidade nas utilizações e no significado da beleza e no papel do amor nas nossas vidas.
«No seu romance mais concentrado – um enaltecimento agridoce da criatividade humana – Cunningham, mestre da escrita vencedor de um Prémio Pulitzer, combina erotismo e estética para orquestrar uma admirável crise da alma. Inspirando-se em Henry James e Thomas Mann, assim como nos artistas Agnes Martin e Damien Hirst, produz uma história belíssima, espirituosa, filosófica e urbana sobre os mistérios da beleza e do desejo, da arte e da ilusão, do tempo e do amor.»