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quinta-feira, setembro 9

Quartos Imperiais

25 anos depois, o novo bestseller do autor do aclamado Menos que Zero.
QUARTOS IMPERIAIS
Bret Easton Ellis
Tradução de José Luís Luna
Editora: Teorema

Clay (o protagonista e narrador de Menos que Zero, que é agora um argumentista de relativo sucesso), regressa a Los Angeles, depois de um trabalho em Nova Iorque, para colaborar no casting de The Listeners, filme que adaptou de um romance popular.
Clay mergulha no seu antigo círculo de amizades, reencontrando velhos amigos que são agora 25 anos mais velhos do que quando os encontrámos pela primeira vez e mais cínicos e infelizes do que durante a sua adolescência narcisista e despida de sentimentos. Quando Clay começa uma relação manipuladora com uma jovem que se candidata a um papel em The Listeners, atola-se inadvertidamente numa rede perigosa e complicada que prende o leitor até às páginas finais. Hollywood, quando vista pelos olhos dos seus protagonistas, já não é um túmulo brilhante e superficialmente pintado de branco, mas transformou-se num mundo, negro e miserável, de vácuo, violência e traição. Clay já não é aquele adolescente mais ou menos simpático da Hollywood dos anos 80; é agora um homem monstruoso por baixo de uma aparência vazia, e a sua capacidade para o impensável vai-se revelando à medida que a história foge ao seu controlo.
Mais maduro, mas mantendo a mesma frescura e o mesmo estilo, Quartos Imperiais está destinado certamente ao mesmo sucesso de Menos que Zero.

Bret Easton Ellis nasceu em 1964, em Los Angeles e vive em Nova Iorque. É autor de Menos que Zero, As Regras da Atracção, Os Confidentes, Psicopata Americano, Glamorama e Lunar Park.

quinta-feira, setembro 2

APROVEITEM A VIDA
António Feio
Com a colaboração de Maria João Costa
Editora: Livros d'Hoje
Data publicação: setembro 2010

Tenho um tumor gigante no pâncreas. Alguns dos tratamentos conseguiram reduzir um pouco o seu tamanho, mas não o suficiente para poder ser operado. Sei bem o que isso significa.
Neste momento, e porque não há outra forma, vivo um dia de cada vez. Deixei de fazer planos para a frente. Não sei o que me espera no futuro, mas isso agora também não importa, o que interessa é aqui e agora.
Ao longo deste quase último ano e meio percebi que o meu estado de saúde deixou de ser um tema que me diz respeito apenas a mim, à minha família, aos meus amigos e àqueles de quem sou próximo. A minha doença deixou de ser apenas um problema que é meu, de alguma forma deixou de me pertencer. E isto sucedeu aos poucos, à medida que a onda de apoio e solidariedade à minha volta foi crescendo e ganhando forma. Assim nasceu a ideia deste livro.
A mensagem principal que quero deixar às pessoas é que se há um problema é preciso resolvê-lo da melhor maneira, há que não ficar quieto, há que tentar de tudo primeiro, nunca desistir.
Se as pessoas começarem a parar por um momento para olhar para casos como o meu, ou, simplesmente, para a sua própria vida com olhos de ver, talvez comecem a relativizar os seus próprios problemas e possam perceber o que de facto vale a pena na vida. Talvez assim consigem aproveitar melhor.
Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!”
António Feio

terça-feira, agosto 17

Brincar com Coisas Sérias


Um livro para todos:
Pais e filhos, família e amigos, professores e alunos.
Brincar com coisas sérias
é um livro a pensar em si e nos outros.
Junte os amigos ou a família, encontre-se consigo mesmo, leia a primeira história e faça a primeira pergunta. Depois, deixe-se surpreender pelo resultado final.
Está disposto a arriscar?

Brincar com Coisas Sérias
Viver através dos Contos
Margarida Fonseca Santos; Rita Vilela
Editora: Oficina do Livro

A partir da sua experiência, e contando com o poder das palavras, Margarida Fonseca Santos e Rita Vilela escreveram, em 2008, Histórias para contar consigo. Dois anos depois, repetem a brincadeira e dão a conhecer novos contos que desafiam o leitor a conhecer-se melhor.
Brincar com coisas sérias é um livro que se torna num jogo e que proporciona momentos divertidos e de grande cumplicidade. Ao acabar uma história há várias perguntas e uma escolha; e outra história, e mais perguntas e mais escolhas, e no final... está preparado para o que vai ouvir?

Margarida Fonseca Santos nasceu em Lisboa, em 1960. Completou o curso superior de piano com um objectivo: dar aulas de formação musical. Assim fez até a escrita aparecer no seu caminho, em 1993.
Começou por publicar livros infantis, passando depois para os juvenis e para a ficção para adultos. Costuma dizer, a brincar, que tropeça em inícios de histórias todos os dias, mas a verdade é que... isso acontece mesmo. A escrita criativa transformou-se numa paixão, trabalhando regularmente com professores, jovens e adultos. O teatro está presente na sua produção desde 1998.
Na Oficina do Livro publicou Quero ser Escritor! (em co-autoria com Elsa Serra), Histórias para contar consigo (com Rita Vilela), a colecção 7Irmãos (com Maria João Lopo de Carvalho) e os romances Começa de Novo e Uma pedra sobre o rio (Prémio APE/IPLB Revelação em Ficção).

Rita Vilela é licenciada em Psicologia e desenvolveu o seu percurso profissional na área de formação. Hoje, conjuga esse trabalho com a actividade de terapeuta, a escrita, e outros desafios ligados às palavras... e às pessoas.
Descobriu tarde a sua vocação de escritora, mas, uma vez iniciada, nunca mais parou. Nascida em 1964, publicou o seu primeiro livro em Maio de 2008 e, dois anos depois, lançou o décimo segundo. Escrever revelou-se um vício que não quer largar. A inspiração? Encontra-a nas pessoas que conhece, no mundo que a rodeia e dentro de si.
Na Oficina do livro, além da saga de fantasia e aventura dedicada ao Mundo de Oníris (As 7 Cores de Oniris, Oniris – o Grande Desafio e Oniris – a Dádiva dos Deuses), partilha com Margarida Fonseca Santos o livro Histórias para Contar Consigo.