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terça-feira, janeiro 4

O nosso Livro do Mês


VERÃO
J. M. Coetzee
Editora: Dom Quixote
PVP: 17,67
ESPECIAL PREÇO LIVRO DO MÊS ARQUIVO: 14,14€

Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu trajecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava «a apalpar terreno como escritor».
Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge uma retrato do jovem Coetzee como um individuo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança.
Ora comovente, ora francamente divertido, Verão mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. Verão completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com Boyhood e Youth.

J. M. Coetzee nasceu em 1940, na Cidade do Cabo, estudou na África do Sul e nos Estados Unidos e actualmente reside na Austrália.
Entre as suas obras contam-se No Coração desta Terra, À Espera dos Bárbaros, A Vida e o Tempo de Michael K., O Mestre de Petersburgo, Desgraça, Elizabeth Costello, O Homem Lento e Diário de um Mau Ano, um romance em que o autor dividiu a página em três planos narrativos distintos numa ousada experiência entre a ficção e o ensaio.
Verão, finalista do Booker Prize em 2009, e muito aclamado pela crítica e pelos leitores, é o seu mais recente livro.
Tendo sido o primeiro escritor a vencer por duas vezes o Booker Prize, foi galardoado em 2003 com o Prémio Nobel da Literatura.

sexta-feira, setembro 10

E o de Setembro é...


O MIÚDO QUE PREGAVA PREGOS NUMA TÁBUA
Manuel Alegre
Editora: D. Quixote
PVP: 12,00€
Preço Livro do Mês Arquivo: 8,40€


Enquanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava regos muito direitinhos numa tábua, quer seja o que engoliu os comprimidos do avó, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-ser? Vida de tantas vidas na tão curta vida.


Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de Maio em 1936, em Águeda. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e actor do Teatro Universitário de Coimbra (TEUC).
Em 1961 é mobilizado para Angola. Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça da Canção.
A sua vasta obra literária, que inclui o romance, o conto, o ensaio, mas sobretudo a poesia, tem sido amplamente difundida e aclamada.
Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários: Grande Prémio da Poesia APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio Fernando Namora, Prémio Pessoa, em 1999 e, mais recentemente o Prémio Dom Dinis, ao livro de poemas Doze Naus.

quinta-feira, agosto 12

E o de Agosto é ....


Uma escrita soberba. Uma leitura quase imposssível de interromper.
The Guardian

Um livro destinado a tornar-se uma clássico.
USA Today


A RAPARIGA QUE ROUBAVA LIVROS
Markus Zusak
Editora: Editorial Presença
Preço (antes): 22,00€
Preço Livro do Mês Arquivo: 15,54€

Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar. A Morte, narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. A través do seu olhar intemporal, é-nos contada a hisória da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos, Hans, o pintor acordeonista de olhos de prata, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen, e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou livros, para oferecer à rapariga que roubava livros, sobre as páginas de Mein Kampf recuperadas com tinta branca, ou ainda a história da mulher que convidou Liesel a frequentar a sua biblioteca enquanto os nazis queimavam livros proibidos em grandes fogueiras.
Um livro luminosos e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.

Markus Suzak nasceu em 1975, na Austrália. É filho de mãe alemã e pai austríaco, cujas memórias da Segunda Guerra o inspiraram a escrever este livro. Este é o seu quinto romance e foi distinguido com vários importantes prémios e nomeações internacionais. Permaneceu 40 semanas no top dos livros mais vendidos do New York Times, tendo chegado ao 1.º lugar, e 40 toi também o número de semanas de permanência na lista de bestsellers da revista Veja (Brasil). Inicialmente classificado como juvenil, este livro tem conquistado leitores de todas as faixas etárias em perto de 30 páises do mundo.

quinta-feira, abril 1

Parece mentira, mas é verdade!...


Uma narrativa arrepiante e plena de suspense
que continua tão apelativa e cativante como na altura da sua primeira publicação” Daily Express
REBECCA
DAPHNE DU MAURIER
Editorial Presença
PVP (antes): 20,00€
Preço Livro do Mês Arquivo: 16,00€
Publicado em 1938, Rebecca é talvez o romance por que Daphne du Maurier é hoje mais lembrada. O seu sucesso junto do público foi imediato: conheceu 28 reedições em quatro anos só na Grã-Bretanha e a versão cinematográfica assinada por Alfred Hitchcock em 1940 venceu dois Óscares. Ao longo das décadas, Rebecca tem sido avaliado pela crítica à luz de diferentes abordagens, mas como todos os clássicos, continua a desafiar as categorizações comuns. Ao lê-lo entramos numa atmosfera onírica, sombria, alimentada por segredos que os códigos sociais obrigam a permanecer ocultos e que se concentram na misteriosa mansão Manderley. É para esta mansão que a narradora, uma jovem passiva e humilde, vai viver com o viúvo Maxim de Winter, ao aceitar o seu pedido de casamento. Mas então descobre que a memória da falecida esposa, Rebecca, se encontra ainda bem viva e que esta era tudo o que ela nunca será. À medida que o elíptico enredo se desenvolve, levantando algumas questões ambivalentes, ela terá de redefinir a sua identidade num cenário em que os sonhos se ameaçam tornar-se pesadelos.

DAPHNE DU MAURIER nasceu em Londres, em 1907, no seio de uma família de artistas e intelectuais. Desde muito cedo se revelou uma leitora voraz e dotada de uma imaginação prodigiosa. Começou a escrever artigos e contos em 1928 e publicou o seu primeiro romance, The Loving Spirit, em 1931. Foi no entanto Rebecca, o seu quinto romance, que a popularizou. Ao longo da sua carreira, escreveu igualmente contos, peças e biografias, tendo visto algumas das suas obras adaptadas ao grande écran. Morreu em 1989.

segunda-feira, março 8

E o de Março é.... "Invisível"




Invisível
Paul Auster
Editora: Asa
PVP (antes): 13,00€
Preço Livro do Mês (agora) : 10,40€

“Invisível é provavelmente o melhor romance de Paul Auster até à data”.
Kirkus Reviews

Sinopse:
Sinuosamente construído em quatro pontes entrecruzadas, o décimo quinta romance de Paul Auster começa em Nova Iorque, na Primavera de 1967, quando o jovem aspirante a poeta Adam Walker conhece Rudolf e Margot, um enigmático casal francês. O perverso triângulo amoroso que rapidamente se forma conduz a um chocante e inesperado acto de violência cujas consequências são irreversíveis.
Três narradores contam uma história que se desloca no tempo, de 1967 a 2007, e no espaço, à medida que viaja entre Nova Iorque, Paris e uma ilha remota nas Caraíbas. Invisível está imbuído de fúria, de sexualidade desenfreada e de uma busca implacável por justiça. É uma viagem através das fronteiras sombrias entre a verdade e a memória, criação e identidade. Uma obra inesquecível para mão de um dos nomes cimeiros da literatura dos nossos dias.

Acerca do autor:
Escritor, argumentista, tradutor, ensaísta, realizador, marinheiro, inventor de um curioso jogo de cartas e muito mais, Paul Auster é considerado um nome cimeiro da literatura dos nossos dias. Nascido em 1947 em Newark, frequentou a Universidade de Columbia e residiu durante quatro anos em França, antes de se radicar em Nova Iorque, onde vive com a mulher, Siri Hustvedt. Distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura 2006, Paul Auster foi nomeado Comendador da Ordem das Artes e das Letras de França em 2007. Em 2003 a sua obra Leviatham recebeu o prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro. As Loucuras de Brooklyn recebeu em 2006 o prémio Qué Leer dos Leitores para o melhor romance estrangeiro, distinção também dada a A Noite do Oráculo em 2004. A sua obra encontra-se traduzida em trinta línguas.

Crítica:
Invisivel” representa a maturidade plena de um autor cativante. [...] Provavelmente o melhor romance de Paul Auster da presente década, “Invisivel” é também uma das obras mais arrojadas e complexas da bibliografia deste autor, de regresso ao melhor nível” Sérgio Almeida, Jornal de Notícias.

terça-feira, fevereiro 2

O Planalto e a Estepe: a nossa proposta


Todos os meses na Livraria Arquivo, uma sugestão de leitura diferente,
sempre com um preço especial.

O PLANALTO E A ESTEPE
Pepetela
Editora: Dom Quixote

Sinopse: Do encontro entre um estudante angolano e uma jovem mongol, nos anos 60, em Moscovo, nasce um amor proibido.
Baseada em factos verídicos, ficcionados pelo autor, esta história põe em evidência a vacuidade de discursos ideológicos e palavras de ordem, que se revelam sem relação com a prática Política internacional, guerra, solidariedade e amor, nuam rota que liga um ponto perdido de África a outro da Ásia, passando pela Europa e até por Cuba. Uma viagem no tempo e no espaço, o de uma geração cansada de guerra num mundo cada vez mais pequeno.
Maravilhosos e comovente, este é um romance sobre o triunfo do amor, contra todas as vontades e todas as fronteiras.

Pepetela nasceu em Benguela, Angola, em 1941. Licenciou-se em Sociologia, em Argel, durante o exílio. Foi guerrilheiro pelo MPLA, político e governante. Desde 1984 que é professor na Universidade Agostinho Neto, em Luanda, e tem sido dirigente de associações, culturais, com destaque para a União de Escritores Angolanos e a Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde. A atribuição do Prémio Camões (1997), confirmou o seu lugar de destaque na literatura lusófona.

Acerca do livro:
"História apaixonante de um amor contrariado, que sobrevive a todas as vicissitudes.
(...) É um romance extremamente bem escrito, por vezes poético e sempre envolvente, mantendo o leitor numa fascinada ansiedade, ao mesmo tempo que lhe mostra criticamente a transformação do mundo antes e após a queda do muro de Berlim." Urbano Tavares Rodrigues,
em http://www.leitura.gulbenkian.pt

"Apesar da dispersão geográfica e temporal que percorre O Planalto e a Estepe, o novo romance de Pepetela (Angola, Rússia, Mongólia e Cuba vividos entre a década de 1960 e os dias de hoje), há uma precisão e uma secura da palavra a filtrar a memória e que obriga o leitor a desdobrar-se pelos territórios afectivos do livro. Não por acaso esta é a porta de entrada da obra: '/A minha vida se resume a uma larga e sinuosa curva para o amor'./
(...)No final, O Planalto e a Estepe acaba por premiar leitores com nervos à prova de aço, que sabem reconhecer os heróis que sobrevivem à espuma da história. É a esses que Pepetela oferece um dos mais belos finais felizes dos últimos tempos, escrito em português" Rui Lagartinho (jornalista RTP, em Time Out/Maio 2009 www.timeout.pt
.

sexta-feira, dezembro 4

Já chegou o de Dezembro...

clique para ampliar Todos os meses um livro diferente, sempre a um preço muito especial!

“Ao ler o livro, é inevitável pensar no Machado de Assis de Dom Casmurro e de Memórias Póstumas de Brás Cubas – este último por conta do enredo em que aparentemente não acontece nada e nenhuma narrativa se estabelece como determinante. O diálogo eficiente com o maior escritor brasileiro dá a medida do triunfo literário que é este novo romance de Chico Buarque”
Heitor Ferraz, Revista Bravo!


“Leite Derramado é o mais hábil e inspirado romance que [Chico Buarque] já escreveu [...] A qualidade de Leite Derramado – um dos mais importantes romances lançados no país nesta primeira década do século XXI – desmonta, de vez, as superstições e preconceitos que deformam a sua figura de escritor. Chico não é só um músico de sucesso que faz literatura. Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos [...]. Leite Derramado despeja sobre o leitor, é verdade, uma profunda tristeza. Mas é uma tristeza fértil, que nos ajuda a matizar os grandes actos da história.”
José Castelo, O Globo

“Leite Derramado é um livro maior, em que Chico Buarque dá um passo além de Budapeste e alcança na ficção a mesma potência vernáculo e imaginativa de suas melhores canções [...]. Chico Buarque escreveu um romance poderoso sobre o amor e a posse, a memória e a história”
Samuel Titan Jr., O Estado de S. Paulo


“Leite Derramado é um livro divertido, que se lê de um estirão[...]. Sem saudosismo nem adesão subalterna ao que está aí, a invenção realista de Chico Buarque é uma soberba lufada de ar fresco”
Roberto Schwarz, Folha de S. Paulo

Acerca do livro:
Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história da sua linhagem, desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até ao tetraneto, um jovem do Rio de Janeiro actual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e económica, tendo como fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos.


Acerca do autor
Chico Buarque de Holanda nasceu no Rio de Janeiro, em 1944. Cantor, compositor e escritor, publicou as peças Roda Viva (1968), Calabar (1973), Gota d’água e Ópera do Malandro (1979); é ainda autor da novela Fazendo modelo (1974) e dos romances Estorvo (1991), Prémio Jabutti 1992, Benjamim (1995), Budapeste (2003), Prémio Jabutti 2004, e Leite Derramado (2009), o seu mais recente romance.
Budapeste foi adaptado ao cinema num filme realizado por Walter carvalho, onde participaram os actores Nicolau Breyner e Ivo Canelas.

quarta-feira, novembro 25

Já conhece o de Novembro?


Todos os meses, uma sugestão de leitura diferente, sempre com um preço especial.

A Mulher Certa
Sándor Márai
Editora: Dom Quixote


Uma tarde, numa elegante cafetaria de Budapeste, uma mulher relata a uma amiga como certo dia, por causa de um vulgar acidente, descobriu que o seu marido estava entregue de corpo e alma a uma paixão secreta que o consumia desde e como desde esse momento tentara, em vão, reconquistá-lo. Na mesma cidade, uma noite, o homem que foi seu marido confessa a um amigo como deixou a sua esposa pela mulher que desejava há anos, para depois se casar com ela a perder para sempre. De madrugada, numa pequena pensão romana, uma mulher conta ao seu amante como ela, de origem humilde, casou com um homem rico, e como o casamento sucumbiu ao ressentimento e à vingança. Como marionetas sem direito a exercerem a sua vontade, Marika, Péter e Judit narram a falência das suas relações com o realismo cruel de quem considera a felicidade uma ilusão inalcansável. Neste romance encontramos as páginas mais íntimas e arrojadas, as mais sábias, de Márai. A sua descrição do amor, da amizade, do ciúme, da solidão, do desejo e da morte apontam directamente ao cento da alma humana. Em 1941, Márai publicou Az Igazi [A Mulher Certa], um romance composto por dois longos monólogos; para a edição alemã de 1949 (Wandlungen der Ehe), o autor adicionou uma terceira parte, escrita durante o seu exílio em Itália; em 1980 rescreveu uma terceira parte, à qual adicionou um epílogo, dando-o à estampa com o título Judit...és az utóhang [Judit... e um epílogo]. A presente edição reúne as quatro partes que constituem o romance.

Sándor Márai (n.1900, Hungria) passou um período de exílio voluntário na Alemanha e em França durante o regime de Horthy, nos anos 20, até que abandonou o seu país emigrando para os EUA, em 1948, com a chegada do regime comunista. A subsequente proibição da sua obra na Hungria fez cair no esquecimento quem nesse momento era considerado um dos escritores mais importantes. Foi preciso esperar até à queda do regime comunista, para que este extraordinário escritor fosse redescoberto no seu país e no mundo inteiro.
Sándor Márai suicidou-se em 1989, em San Diego, poucos meses antes da queda do muro de Berlim.

quarta-feira, outubro 7

A Sombra do Vento - Livro do Mês na Livraria Arquivo com 20% desconto

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Novidade
Livro do Mês [Outubro] Livraria Arquivo
A Sombra do Vento
Carlos Ruiz Zaffon
Editora: Dom Quixote

PVP: 22,00€
Preço livro do mês: 17,6€

"Daniel, não podes contar a ninguém aquilo que vais ver hoje...
Mais de 8.000.000 de leitores em todo o mundo não conseguiram guardar este segredo!

A Sombra do Vento é um mistério literário passado na Barcelona da primeira metade do século XX, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Um inesquecível relato sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, num crescendo de suspense que se mantém até à última página.
Numa manhã de 1945, um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso, oculto no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Aí, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura de Barcelona. Juntando as técnicas do relato de intriga e suspense, o romance histórico e a comédia de costumes, "A Sombra do Vento" é sobretudo uma trágica história de amor cujo eco se projecta através do tempo.

Prémios: Espanha: Prémio da Fundação José Manuel Lara ao livro Mais Vendido; Prémio dos Leitores do Jornal Lá Vanguardia; Prémio Protagonistas. Estados Unidos da América: Borders Original Voices Award; Gumshoe Award, New York; Public Library Book to Remender; BookSense Book of the Year (Honorable Mention); Barry Award, Joseph-Beth and Davis-Kidd Booksellers Fiction Award; França: Prémio ao Melhor Livro Estrangeiro; Prix do Scribe; Prix Michelet; Prix de Saint Emilion; Holanda: Prémio dos Leitores; Noruega: Bjornson Order al Mérito Literário; Canadá: Prémio dos Livreiros do Canadá /Quebec; Prémio Literário Correntes d'Escritas 2006.